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Google Maps vs. Apple Maps: Qual é o melhor?

O iOS 6 foi responsável por uma grande mudança na forma como usamos nossos dispositivos, causando polêmica ao abandonar o Google Maps e adotar uma solução própria da Apple. Infelizmente essa alteração não agradou muitos, fazendo com que Tim Cook publicasse uma carta aos usuários se desculpando pelo sistema que ainda parecia incompleto, algo que culminou com a demissão de Scott Forstall, que era considerado o pai do iOS.


Finalmente após muita espera o Google Maps chegou a App Store, e rapidamente ocupou o primeiro lugar dos aplicativos mais baixados, com mais de 10 milhões de downloads em apenas 48 horas. E detalhe: o aplicativo ficou melhor do que a versão disponibilizada para o Android. Pode isso?

Agora a decisão da Apple em utilizar um sistema de mapas próprio ficou claro: o Google não estava querendo deixar o aplicativo no mesmo patamar para ambos os sistemas, como se fosse um diferencial para a sua plataforma Android. Somente após o abandono ele viu que sairia perdendo, afinal de contas o iOS traz muitos lucros para o  Google, principalmente quando ao uso do Google Maps.

Agora que ambas soluções estão disponíveis para o iOS, que tal ver como uma se compara em relação a outra:

Ao pesquisar uma rota, os dois aplicativos sugerem 3 opções, que aparentemente parecem ser bem iguais. Também é possível ver a distância estimada em quilômetros e tempo de chegada. Ao que tudo indica, os usuários não precisam ficar receosos ao usar a solução da Apple, com medo de parar em algum lugar errado devido à instruções errôneas.


Ao pesquisar um simples endereço não houve nada de diferente entre as versões. De fato a única mudança visível é em relação ao design dos mapas, que nesse caso vai agradar cada usuário de acordo com as suas preferências.


Ao pesquisar lugares por palavras-chave, tais como restaurante, o aplicativo do Google apresentou mais resultados, o que mostra que sua base de dados ainda é superior. Portanto somente com o uso mais frequente é que a Apple poderá se igualar ao Google.


Outro ponto positivo para o Google é que ele apresenta linhas do metrô e pontos de ônibus, algo que ainda não está disponível nos Mapas da Apple. No entanto o aplicativo da Maçã parece exibir mais ícones de lugares, como restaurantes, hotéis e lojas.


Quanto a navegação ponto a ponto, ambos funcionam perfeitamente, sendo que o sistema da Apple parece dar instruções mais detalhadas na tela. No entanto o recurso da Apple ainda não está disponível no Brasil, enquanto o Google já oferece o serviço (em fase beta). Ambos requerem o uso de uma conexão ativa com a internet.


Outro destaque para o Google Maps é que para alguma regiões, inclusive no Brasil, ele exibe os traços em três dimensões de construções. Além disso não podemos esquecer do Street View, que é um recurso incrível e exclusivo do Google.

 Os dois aplicativos foram construídos em vetor, o que garante mais performance e rapidez no carregamento de dados, porém o aplicativo da Apple possui animações mais suaves e também requer menos dados para funcionar, mas nada agravante que prejudique o uso do Google Maps.

A solução do Google é a grande vitoriosa, pois possui mapas mais completos e com mais detalhes e informações, o que garante credibilidade no seu uso, além de possuir recursos incríveis como o Street View e a Navegação por Voz com suporte ao português, o que vai agradar muitos usuários, mesmo sendo necessário o uso da internet.

Com o iOS 6.1 a Apple está trazendo, ou melhor, prometendo uma série de melhorias, mas que ainda não estão totalmente acessíveis, algo que veremos somente na versão final. Todas as vezes que usei os mapas da Apple não tive problema algum com informações erradas ou rotas inexistentes, mas é difícil competir com o Google que possui uma base de dados gigantesca. Portanto o Google Maps é a melhor solução disponível na App Store e a mais indicada. Quanto a Apple, ela vai precisar trabalhar muito para tornar o seu sistema totalmente funcional, o primeiro passo para isso é fazer com que a Siri entenda mais idiomas, principalmente o português.

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